Para os pequenos investidores este é um dos maiores desafios; descobrir onde alocar seus poucos recursos. Toda cotação e rentabilidade futura é especulação baseada principalmente no histórico, fundamentos das empresas, dividendos distribuídos, gestão corporativa, intervenção governamental e etc.
A BMF já vem há um tempo andando que nem caranguejo e algumas vezes até regredindo. Algumas ações consideradas a menina dos olhos, PETR E VALE, sofrem bastante com intervenção governista e a queda na venda e valor dos commodities.
O FII está sendo a bola da vez. Muitos pequenos investidores saturados de várias rendimentos negativos na Bolsa, passaram a alocar seus aportes nesta modalidade.
Com os imóveis, principalmente os de médio e grande padrão, percebeu-se uma grande retração em novos lançamentos, feirões, liquidez e principalmente no aumento de unidades disponíveis no aguardo de um comprador. Além do mais, há uma crescente vacância nos alugueis, trazendo grandes prejuízos aos seus proprietários a qual cabem assumir IPTU e taxa de Condomínio sozinhos.
Será realmente que estamos na Bolha Imobiliária? Ouço esta notícia desde 2012.
Desenhado hoje essa pequena análise, volto ao ano de 2013 mais especificamente no mês de Dezembro. Mais por quê?
Vire e mexe vários blogueiros sugerem para eu vender meus imóveis e aplicar em FII, outrora era na BMF. Nunca parei realmente para analisar, todavia é algo que anda martelando minha mente.
- Será que eles não estão certos que eu poderia ter uma renda passiva sem maiores dores de cabeça com inquilino, vacância, reforma e etc?
Falando na supracitada época, busquei alguns gráficos para fazer um comparativo entre FII e um terreno de 260m2 que comprei por R$41000,00 em um bairro de periferia da capital. Fruto da venda de um apartamento no bairro de classe média.
Comprei e deixei lá. Só vou olha-lo a cada 02 meses, está cheio de mato. O antigo dono já tinha feito o alicerce e inclusive me forneceu a planta do projeto.